VALHALLA Metal Magazine
Esta banda de Mococa-SP traz, em seu novo álbum, um Death Metal de primeira, esbanjando velocidade e peso. Particularmente, achei este lançamento superior ao anterior, porque possui uma produção impecável e suas composições são bem mais agressivas, demonstrando riffs mortais, vocais agonizantes, baixo preciso e bateria demolidora.
São oito faixas de máxima dedicação à música extrema, onde é possível notar o constante amadurecimento dessa banda, que apresenta composições cuidadosamente elaboradas não deixando sua audição “forçada” demais. Atualmente muitas bandas deste estilo só se preocupam em se tornar cada vez mais extremas, produzindo álbuns com composições brutais, mas sem nenhuma criatividade, onde ouvimos riffs com muita velocidade e quase nenhuma definição aparente. Isso sem contar com a bateria tipo “metralhadora”, que não permite definir absolutamente nada. Já no caso do Funeratus, isso não acontece, pois técnica e criatividade eles tem de sobra, é só conferir as faixas “Oppresion from the past” que abre o álbum em grande estilo, “Chãos and Death”, Feast of Undead” (a melhor) e a grandiosa “Echoes in Eternity”. Um grande lançamento!
RF


Metal Attack - Metal Magazine Online
Tudo nesse álbum é digno de elogios. Excelente arte gráfica, produção de nível ‘gringo’, onde todos os instrumentos estão com uma nitidez absurda. E o Funeratus merece isso, pois é uma das melhores bandas de Death Metal da atualidade, com uma sonoridade bem original. A capa feita por Carlos Aguilar (Black Shadows Tattoo) é horripilante, e traduz bem o que é o som da banda: um verdadeiro e blasfemo tormento Death Metal. O início de “Echoes in Eternity” se dá com a ‘marretada’ “Opression From the Past” , com Gustavo Reis massacrando seu kit de bateria, um baixo poderoso de Fernando, dando ainda mais peso e brutalidade ao som da banda.
Não há destaques nesse disco, pois os momentos de calmaria só são encontrados nos intervalos de uma faixa para outra. “Three Demons” continua com a selvageria, com os vocais impiedosos de Fernando. ‘Riffs’ e solos descomunais podem ser ouvidos em todo o CD, mostrando toda a versatilidade do guitarrista André Nálio. As letras desse disco são bem profanas. Seguindo temos “A Frozen Body” , com excelentes linhas de baixo e vocal, “Chaos and Death” , com fudidas batidas de Gustavo. Não há muito que se falar de um álbum tão poderoso como este, apenas é coloca-lo no CD Player e tentar ficar indiferente a tanta brutalidade. Completam o disco “Abyss Legions” , “Feast of Undead” , “Thunder Warriors” , e a acima da média faixa-título, essa um verdadeiro tributo ao Death Metal.

Por Valterlir Mendes & Metal Attack - Metal Magazine Online


Psychosis Death Zine
Funeratus: “Echoes in Eternity”, tracks:8 Mutilation Rec.
Este segundo álbum do Funeratus supera todas as expectativas que
criei desde o momento em que fiquei sabendo que o trio estava em estúdio.
Neste álbum temos a estréia do novato baterista Gustavo Reis, que se entrosou muito bem com velhos e malucos Fernando (b/v) e André (g). A gravação está perfeitamente fodida. Todos os instrumentos estão muito bem colocados, evidentes, pesados, sujos e nítidos. Echoes in Eternity confirma o estilo brutal e técnico criado com total inspiração metálica pelo Funeratus. Desde o primeiro até o último segundo somos bombardeados por faixas perfeitamente estruturadas com muitos riffs e bases que se alternam com velocidade e perfeição. É um álbum perfeito em todos os sentidos, confirmando que o Metal desenvolvido pelo Funeratus é puro feeling e riffs metálicos nos dando a certeza que o trio entende as suas influências metálicas ao invés de copiá-las. O vocal e o baixo conduzidos pelo Fernando estão muito mais ferozes que no álbum anterior. O baixo trator ficou muito bem colocado e evidente em todas as faixas. Eu não posso deixar de mencionar que as minhas expectativas com o baterista Gustavo Reis foram todas superadas. O cara toca muito bem. O som do Funeratus não é para qualquer baterista tocar e o Gustavo cumpre a sua função com perfeição. A guitarra do André é massacrada incansavelmente por riffs e mais riffs que nos impulsionam a bater cabeça nas caixas de som. O destino do Echoes in Eternity é ser eternizado como um clássico do Metal Mundial. É um álbum que deve ser reconhecido por sua selvageria, técnica e inspiração! Perfeito! Fodido! Sem frescuras! Metal como o Metal deve ser!

Por Fernando


Roadie Crew 65
Estupendo, devastador, repugnante, furioso...
Esses são os adjetivos mais corretos para que se descreva este novo trabalho da grande e batalhadora banda de Mococa (SP), Funeratus. É Death Metal Extremo para os fortes! Neste seu segundo trabalho, Echoes in Eternity, traz além dos dois fundadores da banda – André Nálio (guitarra) e Fernando (baixo e vocal) -, o mais novo recruta Gustavo Reis (bateria), que mostra que não está para brincadeira, com batidas rápidas e certeiras, caixa metralhadora acompanhada por bumbos 1-1 numa porrada sem igual. Já a guitarra nos leva para os bons tempos dos anos 80, com riffs altamente influenciados por mestres da época, como Kerry King (Slayer) - na fase dos clássicos Show No Mercy e Hell Awaits -, e palhetadas também no estilo Possessed do Seven Churches. O baixo parece algo entre Lemmy (Motörhead) com David Vicent (ex- Morbid Angel). Podemos dizer que, como músicos, a banda Funeratus evolui muito do Storm of Vengeance à este novo trabalho. Músicas como Opression from the Past e Abyss Legions são sinônimos do mais puro Metal blasfêmico e que vão se tornar clássicos do Metal Extremo! A faixa Feast Of Undead, que constava no Split-CD Upcoming Apparition, foi regravada e ganhou uma nova roupagem, com mais técnica e fúria. Echoes in Eternity já é candidato a constar na lista dos “melhores de 2004”, pois além da demonstrada técnica, honestidade e lealdade com o mais puro Metal, o CD foi gravado no Da Tribo Studio, com produção a cargo de Tchelo Martins, ou seja, de nível internacional. Além disso, a arte da capa é bem assustadora e foi bem elaborada por Carlos Aguilar (Black Shadows). O Funeratus mostra que se pode fazer um trabalho profissional no Brasil, sem precisar de muitos recursos. Quem é headbanger e apóia as bandas nacionais, deve comprar este CD! 9,0

Por Rone Ribeiro


Ceremonial MAG 01
"Além da Expectativa em cima desse lançamento por ser o novo álbum do Funeratus e sucessor do mais aclamado, "Storm of Vengeance", temos também a expectativa para conferir a performance e o feeling próprio em estúdio do seu fudido baterista, Gustavo Reis. Quem conferiu a alguma data da histórica primeira turnê dos caras, sentiu a força de suas poderosas batidas. "Echoes..." soa mais limpo se comparado com ao debut, tudo fruto da nova cara do Da Tribo (estúdio que foi gravado), com a aquisição de novos equipamentos. A pancadaria rítmica e veloz é a mesma, um pouco mais direta e sensivelmente mais técnica. A agressividade do vocal/baixo continua inalterada. Bases e riffs (esses fazem a diferença!) descambaram de vez pra "velha escola” e dessa vez nada de instrumentais, só aridez e golfadas dos hinos: Opression From the Past, Three Demons, A Frozen Body, Chaos and Death, Abyss Legions, Feast of Undead (em nova versão), Thunder Warriors, e a faixa que dá título, todos moldados em fogo e furor do Death/Black Metal Funeratiano que ecoará de vez na história do Metal Brutal o nome desse ultra power trio das profundezas.
Por Jean Fábio

Roadie Crew 48
Eleito pela equipe Roadie Crew:
Por Rone Ribeiro como melhor lançamento de 2002 e melhor show
Por Frans Dourado
como melhor CD nacional

Rock Brigade 
"É o melhor lançamento da nova safra do metal extremo nacional lançada pelo selo independente Mutilation.
Boa produção, bela capa, trampo profissa mesmo, o som é uma porrada inacreditável..."
Por Fernando Souza Filho
Deusdemoteme 08
"Funeratus vem com material novo, Upcoming Apparition, um albúm agressivo com guitarras cortantes e solos muito bem feitos
Com esse trabalho, Funeratus prova porque é considerado uma das principais bandas de Death Black Metal do Brasil"
Por M.R.

Rock Brigade 186

"Funeratus, banda já conhecida e respeitada pelos que acompanham o cenário underground nacional. Vendo a apresentação do trio, é fácil perceber que essa moral é mais do que merecida..."

Roadie Crew 45
"...eles espalharam toda a fúria e pestilência nos bangers ali presentes...o baterista Gustavo é o músico que o Funeratus estava precisando, pois o cara toca muito...o vocalista e baixista Fernando comanda o massacre com suas linhas de voz bestiais, enquanto o guitarrista André demonstra toda sua técnica, com solos e riffs destruidores..."
Por Rone Ribeiro
Roadie Crew 44
"Falndo em porradaria, a violência do Funeratus chegou sem piedade. A essa altura o local já estava lotado e cerca de 2000 pessoas puderam se hipnotizar perante o extremismo da banda..."
Por Fábio G. de Cavalho


Roadie Crew 38

"...o Funeratus vem conquistando mais e mais fãs e hoje já pode ser considerado uma das bandas mais respeitadas da cena extrema no Brasil...rumando ao exterior. Com o lançamento desse primeiro álbum, eles chegam para provar de vez a competência..."
Por Cláudio Vicentin

 


Psychosis Death 2

"Feeling! É a primeira coisa que pensei e senti ao ouvir o debut CD do Funeratus...a produção é perfeita e a arte gráfica é um detalhe, com a presença das tumbas orgânicas. O Funeratus não é cópia do passado e nem do presente, o som do Funeratus é perfeito, começa e termina magnífico! Esse é um dos melhores debuts de todos os tempos..."
Por Fernando Rômbola


Roadie Crew 65

Estupendo, devastador, repugnante, furioso...
Esses são os adjetivos mais corretos para que se descreva este novo trabalho da grande e batalhadora banda de Mococa (SP), Funeratus. É Death Metal Extremo para os fortes! Neste seu segundo trabalho, Echoes in Eternity, traz além dos dois fundadores da banda – André Nálio (guitarra) e Fernando (baixo e vocal) -, o mais novo recruta Gustavo Reis (bateria), que mostra que não está para brincadeira, com batidas rápidas e certeiras, caixa metralhadora acompanhada por bumbos 1-1 numa porrada sem igual. Já a guitarra nos leva para os bons tempos dos anos 80, com riffs altamente influenciados por mestres da época, como Kerry King (Slayer) - na fase dos clássicos Show No Mercy e Hell Awaits -, e palhetadas também no estilo Possessed do Seven Churches. O baixo parece algo entre Lemmy (Motörhead) com David Vicent (ex- Morbid Angel). Podemos dizer que, como músicos, a banda Funeratus evolui muito do Storm of Vengeance à este novo trabalho. Músicas como Opression from the Past e Abyss Legions são sinônimos do mais puro Metal blasfêmico e que vão se tornar clássicos do Metal Extremo! A faixa Feast Of Undead, que constava no Split-CD Upcoming Apparition, foi regravada e ganhou uma nova roupagem, com mais técnica e fúria. Echoes in Eternity já é candidato a constar na lista dos “melhores de 2004”, pois além da demonstrada técnica, honestidade e lealdade com o mais puro Metal, o CD foi gravado no Da Tribo Studio, com produção a cargo de Tchelo Martins, ou seja, de nível internacional. Além disso, a arte da capa é bem assustadora e foi bem elaborada por Carlos Aguilar (Black Shadows). O Funeratus mostra que se pode fazer um trabalho profissional no Brasil, sem precisar de muitos recursos. Quem é headbanger e apóia as bandas nacionais, deve comprar este CD! 9,
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Por Rone Ribeiro